Todas as coisas que sempre ignoramos...
...mesmo com tanto ódio, mesmo com tanto amor...
Até mesmo na indiferença sublime de cada gesto...
Eu me sinto cada vez pior :)
Obrigada por tudo isto, de verdade. Se não fosse por esse tipo de coisa, eu ainda seria a mesma idiota de algum tempo atrás.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
espanto.
"...e de repente um grito. Descobria-se como 'alguém' e deixava de ignorar sua própria existência...
Em um segundo, outro baque: onde estava? E por que estava?
A descoberta de si pelo Outro traz angústias e tormentas incompreensíveis...
...principalmente por aqueles tão imersos em suas próprias mentes... ensimesmados, não vêem o quanto a dor que causam é insuportável.
Como diabos eu pude chegar à este ponto? E como pude permitir que tudo isso acontecesse?
I'm getting closer to an end."
Medir as palavras. Pensar um pouco mais. Chegar perto do fim e dizer: eu recomecei. Ser outro alguém. Um ninguém. Ser um qualquer... se assim me quer.
As palavras mal-ditas. Malditas. Clichê. Superficial. Não tem coragem. Covarde. Odeia tanto à si mesma que chega a sufocar com seu próprio veneno. Nada é suficiente. Eu sou o fim do seu eu. O começo da sua deficiência. A falha dos seus pensamentos. A discórdia que predomina em suas vontades. Eu sou a vontade. A luxúria em sua pior forma... Não ouça meus versos. Não se encante com falsa beleza... Eu sou tudo que você ainda vai odiar.
Em um segundo, outro baque: onde estava? E por que estava?
A descoberta de si pelo Outro traz angústias e tormentas incompreensíveis...
...principalmente por aqueles tão imersos em suas próprias mentes... ensimesmados, não vêem o quanto a dor que causam é insuportável.
Como diabos eu pude chegar à este ponto? E como pude permitir que tudo isso acontecesse?
I'm getting closer to an end."
Medir as palavras. Pensar um pouco mais. Chegar perto do fim e dizer: eu recomecei. Ser outro alguém. Um ninguém. Ser um qualquer... se assim me quer.
As palavras mal-ditas. Malditas. Clichê. Superficial. Não tem coragem. Covarde. Odeia tanto à si mesma que chega a sufocar com seu próprio veneno. Nada é suficiente. Eu sou o fim do seu eu. O começo da sua deficiência. A falha dos seus pensamentos. A discórdia que predomina em suas vontades. Eu sou a vontade. A luxúria em sua pior forma... Não ouça meus versos. Não se encante com falsa beleza... Eu sou tudo que você ainda vai odiar.
domingo, 18 de novembro de 2007
say something...
...e ela disse que preferia não ver. Queria continuar cega, contentando-se com a imensidão vazia de seus desejos e sentimentos.
Estava em branco, nada restava. Nenhum ato. Nenhum fato.
Tudo que via pensava não existir. Tudo que sentia, só sentia por seus impulsos naturais.
Distorcia as palavras como se amassasse uma folha de papel. Elas tinham cores... e saltavam.
Mesmo em silêncio dizia algo. Mesmo sozinha, sabia que havia alguém ali.
Esperava que suas flores doentias murchassem... mas estas flores continuavam vivas...
E pra sempre intocadas...
A verdade? Não espero ser compreendida, nem lida.
Só espero encontrar algum sopro de esperança.
//ef - final touch/hidden agenda
Estava em branco, nada restava. Nenhum ato. Nenhum fato.
Tudo que via pensava não existir. Tudo que sentia, só sentia por seus impulsos naturais.
Distorcia as palavras como se amassasse uma folha de papel. Elas tinham cores... e saltavam.
Mesmo em silêncio dizia algo. Mesmo sozinha, sabia que havia alguém ali.
Esperava que suas flores doentias murchassem... mas estas flores continuavam vivas...
E pra sempre intocadas...
A verdade? Não espero ser compreendida, nem lida.
Só espero encontrar algum sopro de esperança.
//ef - final touch/hidden agenda
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
so I ask myself...
...wtf I'm doing here yet?
Mesmo depois de tanto tempo, tantas coisas...
Fico me perguntando se todas aquelas pessoas são iguais... Isso é detestável.
O mais incrível é que sempre são as mesmas coisas... eu fico me perguntando porquê sempre acabo reagindo desta forma... me sentindo mal por uma coisa tão absurda...
Se antes eu tinha certeza, em certos instantes eu não tenho mais...
O que eu quero não é nada disso. Não quero coisas assim pra mim... e eu sempre, sempre odiei ser tratada dessa forma, então como diabos eu acabei permitindo que isso fosse acontecer?
Todas essas pessoas... que deveriam ser sempre tão especiais... acabam sempre se tornando "isso"? E por minha culpa, talvez. Afinal quem as incentivou? Pois é...
Fico me perguntando se todos esses ciclos nunca vão se quebrar...
//lifehouse - everything
eu sei que me faz mal... e por isso mesmo ouço.
Mesmo depois de tanto tempo, tantas coisas...
Fico me perguntando se todas aquelas pessoas são iguais... Isso é detestável.
O mais incrível é que sempre são as mesmas coisas... eu fico me perguntando porquê sempre acabo reagindo desta forma... me sentindo mal por uma coisa tão absurda...
Se antes eu tinha certeza, em certos instantes eu não tenho mais...
O que eu quero não é nada disso. Não quero coisas assim pra mim... e eu sempre, sempre odiei ser tratada dessa forma, então como diabos eu acabei permitindo que isso fosse acontecer?
Todas essas pessoas... que deveriam ser sempre tão especiais... acabam sempre se tornando "isso"? E por minha culpa, talvez. Afinal quem as incentivou? Pois é...
Fico me perguntando se todos esses ciclos nunca vão se quebrar...
//lifehouse - everything
eu sei que me faz mal... e por isso mesmo ouço.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Enquanto tudo parece se arrastar, e eu continuo aqui... com minhas pétalas de desalento, com meu peito em eterno e silencioso pranto... com minhas palavras que nada dizem, nada são.
Enquanto eu, desgostosa com o destino, continuo a amaldiçoar qualquer alma errante que cruze meu caminho, continuo a maldizer qualquer infortúnio prazer da carne. Exageros...
Eu sou apenas o ódio em ócio, o veneno que circula pelas tuas veias... a vontade maldita de deglutir tuas vísceras.
Eu tenho raiva.
E gostaria de renascer.
Pura e virginal como o rosto da pobre donzela que dorme, sonhando com algum príncipe encantado... e mal sabe ela, coitada, vai ser chifrada.
Meu mau humor se estende por cada membro do meu corpo, minha impaciência no tremer das pernas, minha falta de vontade até mesmo para levantar-me e dirigir meu corpo até o banheiro, afim de satisfazer minhas necessidades humanas. E toscas. Nunca deixo de contar azulejos. E isso têm me irritado com mais freqüência.
O meu lugar no mundo? Que mundo, cara?
Eu tenho idéia do que possa ocorrer. Um escândalo. Eles me odiariam profundamente se soubessem...
A vagabunda. A meretriz ingrata que dorme com os pastores procurando pela satisfação de seus desejos imundos... enquanto promete aos deuses fidelidade e devoção. Enquanto diz, com toda sua alma, com todo seu coração, que o mundo deveria parar no instante que esses sentimentos pararem de pulsar dentro de mim.
E sabe o que eles me respondem? Vagabunda!
Esqueceu que o mundo não é só sonhos. Esqueceu que os deuses pouco se importam com quem as pessoas se deitam ou não. Nada disso parece ter importância.
Ainda assim, não consigo deixar de pensar todas as vezes que me olho no espelho: "tola!... por deus, mil vezes tola!"
E no que diabos me transformo todas as vezes que escrevo?
A poetisa infante deixou-me com as pragas do desalento. Sou apenas voz e piedade. Compaixão sem sinceridade. Profundidade e intensidade... nos terrores e temores que a vida me traz.
E eu os trago. Trago até meu pulmão queimar. Aspiro suas vidas e paixões até que lhes restem o remorço da vida. Até que o desgosto inundem suas almas e desejem a morte.
Oras! Estou sendo sincera.
Ainda espero o companheiro condenado. A pobre alma que por mim ainda sonha e suspira.
Tudo que eu mais amo... e ainda assim tenho que deixar...
Permitir que o tempo o arraste até o fim do mundo.
Tenho que permitir estar ausente. Tenho que deixar todas as noites...
Tenho que contar seu pulsar... para que eu me sinta viva. Para que meu coração podre sobreviva.
Tenho que respirar o ar de seus beijos, tenho que desejar sua carne...
a minha apodrece cada vez que acordo...
Mal consigo respirar.... e já cansei, cansei de derramar lágrimas...
Ainda dói! Diabos! Ainda dói! Queima como nunca havia queimado antes... e eu sei, amour, nunca, nunca queimará assim...
A brasa quente das tuas palavras ecoando no meu peito....
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
...e milhares de outras vezes, eu repito.
Não aguento o toque de tuas mãos.... sinto como se queimasse em minha alma!
Sinto como se ficassem as marcas dos teus dedos... como se o caminho no meu corpo estivesse estampado em minha pele...
Sinto o prazer... sinto a angústia da abstinência...
Abstinência das tuas palavras, suaves carícias em meus ouvidos...
Sinto o remorso do rancor... sinto a mágoa da desilusão...
sinto o pesar da despedida... sinto a tragédia do amor.
Eu sou apenas uma personagem mal escrita por algum autor louco.
Eu inexisto.
"Minha vida é um palco.. e minha história, uma narrativa imperfeita."
Cansei de repetir meus clichês.
Vou dormir com os ratos hoje. Chega de brincar de gato.
//alter bridge - in loving memory.
Faz falta.
Cada época e sua lembrança.
A eterna melodia nostálgica.
E eu desfaleço....
Enquanto eu, desgostosa com o destino, continuo a amaldiçoar qualquer alma errante que cruze meu caminho, continuo a maldizer qualquer infortúnio prazer da carne. Exageros...
Eu sou apenas o ódio em ócio, o veneno que circula pelas tuas veias... a vontade maldita de deglutir tuas vísceras.
Eu tenho raiva.
E gostaria de renascer.
Pura e virginal como o rosto da pobre donzela que dorme, sonhando com algum príncipe encantado... e mal sabe ela, coitada, vai ser chifrada.
Meu mau humor se estende por cada membro do meu corpo, minha impaciência no tremer das pernas, minha falta de vontade até mesmo para levantar-me e dirigir meu corpo até o banheiro, afim de satisfazer minhas necessidades humanas. E toscas. Nunca deixo de contar azulejos. E isso têm me irritado com mais freqüência.
O meu lugar no mundo? Que mundo, cara?
Eu tenho idéia do que possa ocorrer. Um escândalo. Eles me odiariam profundamente se soubessem...
A vagabunda. A meretriz ingrata que dorme com os pastores procurando pela satisfação de seus desejos imundos... enquanto promete aos deuses fidelidade e devoção. Enquanto diz, com toda sua alma, com todo seu coração, que o mundo deveria parar no instante que esses sentimentos pararem de pulsar dentro de mim.
E sabe o que eles me respondem? Vagabunda!
Esqueceu que o mundo não é só sonhos. Esqueceu que os deuses pouco se importam com quem as pessoas se deitam ou não. Nada disso parece ter importância.
Ainda assim, não consigo deixar de pensar todas as vezes que me olho no espelho: "tola!... por deus, mil vezes tola!"
E no que diabos me transformo todas as vezes que escrevo?
A poetisa infante deixou-me com as pragas do desalento. Sou apenas voz e piedade. Compaixão sem sinceridade. Profundidade e intensidade... nos terrores e temores que a vida me traz.
E eu os trago. Trago até meu pulmão queimar. Aspiro suas vidas e paixões até que lhes restem o remorço da vida. Até que o desgosto inundem suas almas e desejem a morte.
Oras! Estou sendo sincera.
Ainda espero o companheiro condenado. A pobre alma que por mim ainda sonha e suspira.
Tudo que eu mais amo... e ainda assim tenho que deixar...
Permitir que o tempo o arraste até o fim do mundo.
Tenho que permitir estar ausente. Tenho que deixar todas as noites...
Tenho que contar seu pulsar... para que eu me sinta viva. Para que meu coração podre sobreviva.
Tenho que respirar o ar de seus beijos, tenho que desejar sua carne...
a minha apodrece cada vez que acordo...
Mal consigo respirar.... e já cansei, cansei de derramar lágrimas...
Ainda dói! Diabos! Ainda dói! Queima como nunca havia queimado antes... e eu sei, amour, nunca, nunca queimará assim...
A brasa quente das tuas palavras ecoando no meu peito....
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
"tua doçura é sempre como uma faca a dilacerar todos os meus sentimentos"
...e milhares de outras vezes, eu repito.
Não aguento o toque de tuas mãos.... sinto como se queimasse em minha alma!
Sinto como se ficassem as marcas dos teus dedos... como se o caminho no meu corpo estivesse estampado em minha pele...
Sinto o prazer... sinto a angústia da abstinência...
Abstinência das tuas palavras, suaves carícias em meus ouvidos...
Sinto o remorso do rancor... sinto a mágoa da desilusão...
sinto o pesar da despedida... sinto a tragédia do amor.
Eu sou apenas uma personagem mal escrita por algum autor louco.
Eu inexisto.
"Minha vida é um palco.. e minha história, uma narrativa imperfeita."
Cansei de repetir meus clichês.
Vou dormir com os ratos hoje. Chega de brincar de gato.
//alter bridge - in loving memory.
Faz falta.
Cada época e sua lembrança.
A eterna melodia nostálgica.
E eu desfaleço....
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
one last goodbye...
Eu estou me sentindo tão... estranha.
...enquanto ele me dizia para não chorar mais. "vai ficar tudo bem... está tudo bem... tudo bem..", e mesmo que eu dissesse "vai embora, não quero estar com ninguém!", eu sei que ele permaneceria ali. O ciúme causa meu ódio.... e que direito tenho de dizer qualquer coisa? Logo e justo eu, Bonnie, ou Júlia, ou Christine, ou qualquer outro nome ridículo que tenham me dado. Não sou nenhuma delas... mas todas têm a minha face.
Aqui dentro dói, ainda dói. Não ter conhecimento de cada passo, cada mínimo movimento, não saber onde está, como está, porquê está.
Eu me sinto do mesmo jeito de antes. Igualzinho. Sem nenhum alfinete a menos. O mesmo peso lá dentro, as mesmas facas perfurando meu peito, o mesmo grito silencioso que qualquer alma viva e não tão desligada de tudo à sua volta ouviria vindo de meus suspiros.
Que faço se quase não tenho chances de dizer tudo que meu peito se recusa a abandonar?
Será que é esse mundo que eu quero? É realmente isso que eu procuro? Por que fazer parte de algo que não me pertence, algo que não tem em nada parecido com o que eu sou ou preciso?
Ainda me sinto deslocada... Nunca pertenci à lugar algum, à ninguém, nada. E pra dizer a verdade, continuo me sentindo aquela "menina"... eu gostaria de ser e estar assim até o fim. Mas nunca, nunca poderei ignorar a realidade.... ou a cruel verdade de não poder ser mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Já não vejo graça em nada... minhas fugas não surtem mais efeito... eu não tenho mais nenhum vício... talvez eu já tenha abandonado tudo e não saiba.
Que me importa agora?...
it's over.
//ef - ett
...enquanto ele me dizia para não chorar mais. "vai ficar tudo bem... está tudo bem... tudo bem..", e mesmo que eu dissesse "vai embora, não quero estar com ninguém!", eu sei que ele permaneceria ali. O ciúme causa meu ódio.... e que direito tenho de dizer qualquer coisa? Logo e justo eu, Bonnie, ou Júlia, ou Christine, ou qualquer outro nome ridículo que tenham me dado. Não sou nenhuma delas... mas todas têm a minha face.
Aqui dentro dói, ainda dói. Não ter conhecimento de cada passo, cada mínimo movimento, não saber onde está, como está, porquê está.
Eu me sinto do mesmo jeito de antes. Igualzinho. Sem nenhum alfinete a menos. O mesmo peso lá dentro, as mesmas facas perfurando meu peito, o mesmo grito silencioso que qualquer alma viva e não tão desligada de tudo à sua volta ouviria vindo de meus suspiros.
Que faço se quase não tenho chances de dizer tudo que meu peito se recusa a abandonar?
Será que é esse mundo que eu quero? É realmente isso que eu procuro? Por que fazer parte de algo que não me pertence, algo que não tem em nada parecido com o que eu sou ou preciso?
Ainda me sinto deslocada... Nunca pertenci à lugar algum, à ninguém, nada. E pra dizer a verdade, continuo me sentindo aquela "menina"... eu gostaria de ser e estar assim até o fim. Mas nunca, nunca poderei ignorar a realidade.... ou a cruel verdade de não poder ser mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Já não vejo graça em nada... minhas fugas não surtem mais efeito... eu não tenho mais nenhum vício... talvez eu já tenha abandonado tudo e não saiba.
Que me importa agora?...
it's over.
//ef - ett
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Eis o último alfinete..
...esperava que tocasse em qualquer outro canto, menos aqui... Sinceramente... eu procurei acreditar que tudo fosse ficar bem, tentei ver com outros olhos, tentei mudar, eu juro, eu tentei... Tentei pensar em outras coisas... e fiz coisas das quais não me orgulharia nunca, mesmo que eu estivesse louca.
E pra quê, lennavan? Pra receber tudo isso? Pra levar um tapa na cara? Pra ver tudo descer pelo ralo de novo? Me diz, lennavan... o que foi que eu fiz dessa vez? Ousei desejar, procurei amar até meu coração explodir, em chamas...
E pra quê, lennavan?
Pra aceitar matar a mim mesma aos poucos?
Pra aceitar que meu orgulho não vale de nada... e pouco importa o maldito caráter que eu tenho.
Pouco importa se sou bonita ou feia, pouco importa se eu tenho coração.
Pouco importa se tudo que eu mais quis cuidar, é o que mais cria espinhos e me fere agora!
Pouco importa se passo horas e horas sonhando acordada com tolices e outras coisas... se eu sempre estarei errada. Que me importa agora, lennavan? Que me importa tudo isso...
....se todas as coisas que eu amo sempre, SEMPRE, serão destruídas, levadas embora, roubadas...
eu nem ao menos consigo dizer mais o que eu sinto...
e... eu gostaria de não sentir...
Queria odiar até a morte...
queria encher meu peito de veneno e me matar ao poucos...
tão altruísta que sou... agarrada ao meu amor... o amor que eu cuidei e senti...
Talvez enterrá-lo para que nunca mais respire... sufocá-lo-ei até a morte!
E talvez depois dela...
A morte ao menos, não me engana.
E pra quê, lennavan? Pra receber tudo isso? Pra levar um tapa na cara? Pra ver tudo descer pelo ralo de novo? Me diz, lennavan... o que foi que eu fiz dessa vez? Ousei desejar, procurei amar até meu coração explodir, em chamas...
E pra quê, lennavan?
Pra aceitar matar a mim mesma aos poucos?
Pra aceitar que meu orgulho não vale de nada... e pouco importa o maldito caráter que eu tenho.
Pouco importa se sou bonita ou feia, pouco importa se eu tenho coração.
Pouco importa se tudo que eu mais quis cuidar, é o que mais cria espinhos e me fere agora!
Pouco importa se passo horas e horas sonhando acordada com tolices e outras coisas... se eu sempre estarei errada. Que me importa agora, lennavan? Que me importa tudo isso...
....se todas as coisas que eu amo sempre, SEMPRE, serão destruídas, levadas embora, roubadas...
eu nem ao menos consigo dizer mais o que eu sinto...
e... eu gostaria de não sentir...
Queria odiar até a morte...
queria encher meu peito de veneno e me matar ao poucos...
tão altruísta que sou... agarrada ao meu amor... o amor que eu cuidei e senti...
Talvez enterrá-lo para que nunca mais respire... sufocá-lo-ei até a morte!
E talvez depois dela...
A morte ao menos, não me engana.
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