terça-feira, 27 de novembro de 2007

Todas as coisas que sempre ignoramos...
...mesmo com tanto ódio, mesmo com tanto amor...
Até mesmo na indiferença sublime de cada gesto...

Eu me sinto cada vez pior :)

Obrigada por tudo isto, de verdade. Se não fosse por esse tipo de coisa, eu ainda seria a mesma idiota de algum tempo atrás.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

espanto.

"...e de repente um grito. Descobria-se como 'alguém' e deixava de ignorar sua própria existência...
Em um segundo, outro baque: onde estava? E por que estava?
A descoberta de si pelo Outro traz angústias e tormentas incompreensíveis...
...principalmente por aqueles tão imersos em suas próprias mentes... ensimesmados, não vêem o quanto a dor que causam é insuportável.
Como diabos eu pude chegar à este ponto? E como pude permitir que tudo isso acontecesse?

I'm getting closer to an end."


Medir as palavras. Pensar um pouco mais. Chegar perto do fim e dizer: eu recomecei. Ser outro alguém. Um ninguém. Ser um qualquer... se assim me quer.
As palavras mal-ditas. Malditas. Clichê. Superficial. Não tem coragem. Covarde. Odeia tanto à si mesma que chega a sufocar com seu próprio veneno. Nada é suficiente. Eu sou o fim do seu eu. O começo da sua deficiência. A falha dos seus pensamentos. A discórdia que predomina em suas vontades. Eu sou a vontade. A luxúria em sua pior forma... Não ouça meus versos. Não se encante com falsa beleza... Eu sou tudo que você ainda vai odiar.

domingo, 18 de novembro de 2007

say something...

...e ela disse que preferia não ver. Queria continuar cega, contentando-se com a imensidão vazia de seus desejos e sentimentos.
Estava em branco, nada restava. Nenhum ato. Nenhum fato.
Tudo que via pensava não existir. Tudo que sentia, só sentia por seus impulsos naturais.
Distorcia as palavras como se amassasse uma folha de papel. Elas tinham cores... e saltavam.
Mesmo em silêncio dizia algo. Mesmo sozinha, sabia que havia alguém ali.
Esperava que suas flores doentias murchassem... mas estas flores continuavam vivas...
E pra sempre intocadas...

A verdade? Não espero ser compreendida, nem lida.
Só espero encontrar algum sopro de esperança.


//ef - final touch/hidden agenda

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Esse relógio conta de dois em dois minutos...


ou não .-.


Tô enjoada. Acho que vou dizer oi pro macarrão que eu comi.


ou não .-. [2]


//Dream Theater - Tears

why I felt this way?
Não me olhe com essa cara, lennavan. Eu não fiz nada demais.


Parece que não tá passando, ó... Tenho certeza que já fazem pelo menos dois minutos que estou vendo o relógio marcar 12:59.


Tá, e daí...
Eu queria escrever algo...

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

so I ask myself...

...wtf I'm doing here yet?

Mesmo depois de tanto tempo, tantas coisas...
Fico me perguntando se todas aquelas pessoas são iguais... Isso é detestável.
O mais incrível é que sempre são as mesmas coisas... eu fico me perguntando porquê sempre acabo reagindo desta forma... me sentindo mal por uma coisa tão absurda...
Se antes eu tinha certeza, em certos instantes eu não tenho mais...
O que eu quero não é nada disso. Não quero coisas assim pra mim... e eu sempre, sempre odiei ser tratada dessa forma, então como diabos eu acabei permitindo que isso fosse acontecer?
Todas essas pessoas... que deveriam ser sempre tão especiais... acabam sempre se tornando "isso"? E por minha culpa, talvez. Afinal quem as incentivou? Pois é...
Fico me perguntando se todos esses ciclos nunca vão se quebrar...


//lifehouse - everything
eu sei que me faz mal... e por isso mesmo ouço.