...esperava que tocasse em qualquer outro canto, menos aqui... Sinceramente... eu procurei acreditar que tudo fosse ficar bem, tentei ver com outros olhos, tentei mudar, eu juro, eu tentei... Tentei pensar em outras coisas... e fiz coisas das quais não me orgulharia nunca, mesmo que eu estivesse louca.
E pra quê, lennavan? Pra receber tudo isso? Pra levar um tapa na cara? Pra ver tudo descer pelo ralo de novo? Me diz, lennavan... o que foi que eu fiz dessa vez? Ousei desejar, procurei amar até meu coração explodir, em chamas...
E pra quê, lennavan?
Pra aceitar matar a mim mesma aos poucos?
Pra aceitar que meu orgulho não vale de nada... e pouco importa o maldito caráter que eu tenho.
Pouco importa se sou bonita ou feia, pouco importa se eu tenho coração.
Pouco importa se tudo que eu mais quis cuidar, é o que mais cria espinhos e me fere agora!
Pouco importa se passo horas e horas sonhando acordada com tolices e outras coisas... se eu sempre estarei errada. Que me importa agora, lennavan? Que me importa tudo isso...
....se todas as coisas que eu amo sempre, SEMPRE, serão destruídas, levadas embora, roubadas...
eu nem ao menos consigo dizer mais o que eu sinto...
e... eu gostaria de não sentir...
Queria odiar até a morte...
queria encher meu peito de veneno e me matar ao poucos...
tão altruísta que sou... agarrada ao meu amor... o amor que eu cuidei e senti...
Talvez enterrá-lo para que nunca mais respire... sufocá-lo-ei até a morte!
E talvez depois dela...
A morte ao menos, não me engana.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Enquanto as palavras fogem e o coração se recusa a bater...
Enquanto as horas passam e a mente se recusa a perceber...
Enquanto eu apenas imagino teu rosto sorrindo e meus lábios se recusam a fazer o mesmo...
Enquanto o mundo gira lá fora e eu não saio do lugar...
Enquanto tudo parece tão bem...
...e sem saber... aqui dentro.. nunca esteve pior...
Se soubesse os dias que eu conto... as lágrimas que eu deixei de derramar por quase não tê-las mais...
Se soubesse do orgulho que já até me recuso a ter...
Se soubesse dos caprichos que o coração de uma mulher pode ter!
...parece que tudo vai acabar... e esse é meu último instante...
tudo vai simplesmente deixar de existir...
e quem sabe, talvez não exista nada mesmo depois....
Enquanto as horas passam e a mente se recusa a perceber...
Enquanto eu apenas imagino teu rosto sorrindo e meus lábios se recusam a fazer o mesmo...
Enquanto o mundo gira lá fora e eu não saio do lugar...
Enquanto tudo parece tão bem...
...e sem saber... aqui dentro.. nunca esteve pior...
Se soubesse os dias que eu conto... as lágrimas que eu deixei de derramar por quase não tê-las mais...
Se soubesse do orgulho que já até me recuso a ter...
Se soubesse dos caprichos que o coração de uma mulher pode ter!
...parece que tudo vai acabar... e esse é meu último instante...
tudo vai simplesmente deixar de existir...
e quem sabe, talvez não exista nada mesmo depois....
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
It makes me lonely.
It makes me very lonely.
When I see you here, waiting on...
It makes me tired.
It makes me very tired and inside of me, hinges on
But you here your heart don’t believe it and you will find it, waitin’ on
Everything I said, oh, well I meant it and inside my head, holdin’ on
Cos if I died tonight would you hold my hand, no,
would you understand and if I lived inspite
Would you still be here, no, would you disappear
Surely must be you, but I don’t make you lonely
I’ll get over you, but I don’t make you lonely... ♪
...e me lamentar pelas saudades que ainda sinto, pelos amores que já não me permito, por todos os desejos sempre tão reprimidos, por todos os olhares, faíscas de esperança... perdidas...
Como tentar compreender coisas que já te ferem tanto quanto a própria navalha, instrumento cortante que rasga a tua pele... mas não tão profundamente quanto teus próprios pensamentos.
Hoje estive livre... por um segundo, dentro de minha própria mente. Enclausurada até a morte... não desejo mais. Não procuro mais.
Eu deveria continuar sendo sempre tão alheia? E nunca minha, nunca própria. Esses sorrisos são teus, esses gestos não são meus... esse corpo tão sujo continua a segurar a alma pura que dorme...
Talvez eu deva soltá-la... porque em sonhos, ou em delírios, é mais fácil que me vejas.
//The Cranberries - Everything I said.
~saudades...
It makes me very lonely.
When I see you here, waiting on...
It makes me tired.
It makes me very tired and inside of me, hinges on
But you here your heart don’t believe it and you will find it, waitin’ on
Everything I said, oh, well I meant it and inside my head, holdin’ on
Cos if I died tonight would you hold my hand, no,
would you understand and if I lived inspite
Would you still be here, no, would you disappear
Surely must be you, but I don’t make you lonely
I’ll get over you, but I don’t make you lonely... ♪
...e me lamentar pelas saudades que ainda sinto, pelos amores que já não me permito, por todos os desejos sempre tão reprimidos, por todos os olhares, faíscas de esperança... perdidas...
Como tentar compreender coisas que já te ferem tanto quanto a própria navalha, instrumento cortante que rasga a tua pele... mas não tão profundamente quanto teus próprios pensamentos.
Hoje estive livre... por um segundo, dentro de minha própria mente. Enclausurada até a morte... não desejo mais. Não procuro mais.
Eu deveria continuar sendo sempre tão alheia? E nunca minha, nunca própria. Esses sorrisos são teus, esses gestos não são meus... esse corpo tão sujo continua a segurar a alma pura que dorme...
Talvez eu deva soltá-la... porque em sonhos, ou em delírios, é mais fácil que me vejas.
//The Cranberries - Everything I said.
~saudades...
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