domingo, 8 de julho de 2007

Daí então você percebe que por mais que você tente se enganar, tudo isso vai continuar sempre assim.
Você fala. E fala mais um pouco. E continua falando sobre as coisas que você sente. Mas no fundo... isso não tem tanta importância assim para os outros porque não são eles que estão sentindo. Você sempre soube disso. Mas nunca percebeu com tanta intensidade quanto agora...
Talvez um dia... "isso" faça falta. Ou talvez não. Talvez passe e ninguém perceba. As pessoas esquecem tão fácil.
Como todas as outras promessas, eu vou esquecer que um dia foi assim... mas não perdoar. Isso nunca.
Eu digo que dói... e você ouve, mas não ouve de fato. Mas não entende exatamente o porquê. Parece que eu nem ao menos existo de verdade.
E por mais que eu diga o quanto doa... parece que nunca vai parar... nunca vai terminar...

O problema não é com eles. É comigo. Não é?

Não importa quantas vezes eu diga...
Eu dizia que as pessoas deveriam prestar mais atenção no que dizem/fazem. E elas pensam que isso é sobre agir diretamente comigo. Mas existem outras coisas... que acontecem. E me afetam.

As palavras são ditas assim tão facilmente, né...

Talvez algum dia, ouvir isso de alguém te faça falta.


//Anathema - are you there?

Are you there?
Is it wonderful to know
All the ghosts...
All the ghosts...
Freak my selfish out
My mind is happy
Need to learn to let it go
I know you'd do no harm to me

But since you've been gone i've been lost inside
Tried and failed as we walked by the riverside
And i wish you could see the love in her eyes
The best friend that eluded you lost in time
Burned alive in the heat of a grieving mind

But what can i say now?
It couldn't be more wrong
Cos there's no one there
Unmistakably lost and without a care
Did we lose all the love that we could have shared
And its wearing me down
And its turning me round
And i can't find a way
Now to find it out
Where are you when i need you...

Are you there?

Nenhum comentário: